Percorremos adegas e quintas no Brasil, no Chile e na Argentina como visitantes — não como consultores. Pagámos bilhete, fizemos o percurso pela vinha, ouvimos a história da família, provámos com harmonização à mesa e saímos com garrafas, copos e uma recordação que ainda hoje se conta. Nada daquilo era acaso: era método.
De regresso a Portugal, a comparação foi imediata. O produto do Algarve não é inferior. A experiência construída à volta dele é que ainda não existe. A SH1 existe para fechar essa distância — e para o fazer com o mesmo rigor em qualquer empresa que dependa da forma como recebe as pessoas.
Trabalhamos em português, inglês e espanhol, no terreno, com quem decide. Não subcontratamos o diagnóstico: quem vai ao local é quem assina o relatório e quem se senta à mesa na apresentação.